Existem muitas provas arqueológicas que afirmam que tatuagens foram feitas no Egito entre 4000 e 2000 a.C. e também por nativos da Polinésia, Filipinas, Indonésia e Nova Zelândia (maori) que tatuavam-se em rituais ligados à religião.
A Igreja Católica na Idade Média baniu a tatuagem da Europa (Em 787, ela foi proibida pelo Papa), com o argumento de que era “coisa do demônio”, assim procedendo com a intenção de ocultar antigas culturas e costumes, introduzindo a sua doutrina de uma forma ditatorial.
No século XVIII, porém, a tatuagem se tornou bastante popular entre os marinheiros, particularmente aqueles que navegaram os mares do sul.
O termo tatuagem, pelo francês tatouage e, por sua vez, do inglês tattoo, tem sua origem em línguas polinésias (taitiano) na palavra tatau, e supõe-se que todos os povos circunvizinhos ao Oceano Pacífico possuíam a tradição da tatuagem além das dos Mares do Sul.
O pai da palavra "tattoo" que conhecemos atualmente foi o capitão James Cook (também descobridor do surf), que escreveu em seu diário a palavra "tattow", também conhecida como "tatau"(era o som feito durante a execução da tatuagem, onde se utilizavam ossos finos como agulhas e uma espécie de martelinho para introduzir a tinta na pele). Com a circulação dos marinheiros ingleses a tatuagem e a palavra Tattoo entraram em contato com diversas outras civilizações pelo mundo novamente. Porém, o Governo da Inglaterra adotou a tatuagem como uma forma de identificação de criminosos em 1879. A partir daí a tatuagem ganhou uma conotação fora-da-lei no Ocidente.
Em 1891 Samuel O’Reilly desenvolveu um aparelho elétrico para fazer tatuagens baseado em outro aparelho extremamente parecido que havia sido criado e patenteado pelo próprio Thomas Edison para marcar couro.
Durante a Segunda Guerra Mundial, a tatuagem foi muito utilizada por soldados e marinheiros, que gravavam o nome da pessoa amada em seus corpos.
No Brasil, a tatuagem elétrica é uma arte muito recente, surgiu em meados dos anos 60 na cidade portuária de Santos e foi introduzida pelo dinamarquês "Knud Harld Likke Gregersen" também conhecido como Lucky Tattoo, que teve sua loja nas proximidades do cais, onde na época era a zona de boemia e prostituição da cidade de Santos.
Isto contribuiu bastante para a disseminação de preconceitos e discriminação da atividade. A localização da loja era zona de intensa circulação de imigrantes embarcados, muitas vezes bêbados, arruaceiros e envolvidos com drogas e prostitutas; gerando um estigma de arte marginal que perdurou por décadas."*
*texto retirado da Wikipédia
Fazer uma tatuagem é uma profunda forma de expressão. Existem dezenas de tipos: clássica, preto e branca, sumi, realista, pin-up, oriental, celta, tribal, u.v., entre muitas outras.
A tatuagem faz uma marca eterna em você (quer dizer... hoje dá para tirar com lazer). Graças à programas como Miami Ink e atores de novelas globais, as tatuagens acabaram se popularizando. O que é bom por um lado porque diminuiu significadamente o preconceito, mas ruim por outro, já que a tatuagem virou modinha e perdeu um pouco do seu significado.
Fazer uma tatuagem tem que ser uma decisão certa. Eu tenho quatro e pretendo fazer ainda mais algumas... Mas não acho que deve ser feita só porque a fulana da novela tem uma estrelinha legalzinha na nuca...
Algumas freak tattoos:








Próximas imagens do livro "1000 tattoos" da Ed. Taschen:



Tatuagens feitas pelo tatuador norte-americano Mike DeVries (o cara ao lado do Stallone):












Tattos U.V. - feitas com tinta invisível que são vistas na luz negra:



Algumas dessa lista são realmente horrendas (por favor, não faça nenhuma delas), mas adorei a do Coringa (imagina, ter o Jack Nicholson no braço?) e a do Salvador Dalí (fera demais!).
ResponderExcluirAgora que quero saber: qual tatoo, Mais Estranho que a Ficção te inspirou a fazer?
huahauhaua... e eu achando que meu código de barras era legal!!!!... mas, se tivesse visto antes, estaria muito tentando à "/head - body -" ... brilhante!
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